QUEM SOU EU?

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RJ, Rio de Janeiro, Brazil
Mulher das artes, não de peraltices, mas da contemplação ao belo. Atrevo-me a cantar sempre que posso e tenho feito isso por mais de uma década, escrevo antes mesmo de pronunciar a primeira palavra, pois minha mente já riscava um texto completo. Procuro dividir minhas descobertas, meus achados e minhas insanidades com quem quiser me ouvir. E pra quem não quiser, eu canto. ♪♫♪♫! Não sou o que penso nem mesmo sei quem sou, mas saber que existo do jeito que pareço ser já é um passo em minha direção. LUCY LEON 03/ 2009

domingo, 14 de setembro de 2008

BOBAGENS

O QUE É O QUE É?


Estive pensando cá com os dedos do meu pé direito; afinal de contas, qual o propósito da vida? Pergunto-me diariamente por que estamos aqui e se há um tempo paralelo, outra Lucy andando por aí fazendo merda ou quem sabe fazendo tudo o que eu não fiz!

Acho engraçado quando alguém diz que nosso destino já estava traçado e que tudo que acontece conosco estava previsto. Outros dizem que traçamos nós mesmos, o nosso caminho, e que somos responsáveis por nossas escolhas.

As duas teorias são bem significantes. Por um lado, nos eximimos de culpa, pois o destino foi quem desenhou nossa vida previamente, de outro, somos responsáveis por tudo, inclusive pelo acaso, sorte ou azar são as pedras do caminho que escolhemos algumas feitas de ar outras feitas de cimento.


Particularmente, acredito em influências, tudo que tem vida nos ajuda em nosso movimento e mesmo quando estamos parados e nos recusamos viver, o tempo se encarrega de mover nossas células até que não nos reste mais o corpo que nos mantém.

A ironia da vida é que não importa em que direção seguimos, chegaremos todos no mesmo lugar. Um funil líquido e certo. Engraçado! Seguimos diversos caminhos e chegamos sempre aonde não queremos estar! Curioso!

sábado, 13 de setembro de 2008

CANÇAO

MARCELLA, A MENINDA DO BIQUINHO DOURADO

TOC TOC TOC!
Abram! Abram!
Quero falar com Àquela!
Com a menina da janela!
Não sei se é mansa, mas sei que é bela!
Ouvi dizer que é requengüela!
Mas, todos gostam da Marcella

TOC TOC TOC
Abram! Abram!
A menina já cresceu?
Diz o menino malvado
E já foi saltando de lado!
Diz o amigo engraçado
Então abram! Abram!
Quero logo ver a menina!

Abro, abro...
Mas, olhe com muito cuidado!
Pois o sorriso de Marcela
É como um vasinho quebrado
Se entristecer
Vira biquinho
dourado!

Olhe só meu bom senhor!
A menina será minha
Sou rico e fazendeiro
Tenho poder e muito dinheiro
Fiz até nossa casinha!

Abro, abro...
Mas, olhe com muito cuidado!
Pois o sorriso de Marcela
É como um vasinho quebrado
Se entristecer
Vira biquinho
dourado!

Meu bom senhor não dê ouvido!
Eu, que sou o mais bonito
Sou faceiro e carinhoso
Sei que ainda não sou rico
Mas, tenho amor e sou dengoso!

TOC TOC TOC
Abram! Abram!
Abro, mas, primeiro olhe pro lado!
Não puxe a menina
Nem seja malvado!

Vejam! Vejam! Lá vem a menina do biquinho
dourado!

TOC TOC TOC

Abram! Abram!

Abro, mas, primeiro olhe pro lado!
Não puxe a menina
Nem seja malvado!

Vejam! Vejam!
Lá vem a menina do biquinho dourado!

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Bobagens

Em conversa com um amigo em seu blog em que ele contava suas peripécias infantis, lembrei-me desta passagem em minha vida:

Minha mãe mandou que eu fosse comprar leite e cigarros pra ela e me deu uma nota de 100 cruzeiros, que hoje, equivale a 10 reais mais ou menos. Eu fui, e ao ver na vitrine aquelas belezuras envolvidas em embalagens douradas eu fiquei doida! Não pensei duas vezes e gastei todo o troco de minha mãe nas moedas de chocolate. Fui pra casa, direto pra debaixo da cama, lá fiquei até comer quase todas as moedas. Enquanto eu comia, minha mãe me chamava e eu não respondia, pois, sabia a "M" que eu tinha feito. Até que ela me achou debaixo da cama, não agüentou, e riu descontroladamente. Sua risada não diminuiu minha vergonha e culpa ainda que, naquele momento, eu não soubesse o quanto aqueles trocados fariam falta pra ela. Mas, entendi que quem riu naquele dia foi apenas uma mãe que soube perdoar a peraltice de sua filha, e se entristeceu por achar que não podia me dar tudo o que eu queria. Hoje, sei que ela não me deu tudo o que eu quis, mas me deu tudo o que eu precisei. Nunca mais peguei seus trocados!